08 janeiro 2008

primeira segunda feira de janeiro

e o pacheco? lá se foi. morreu o luiz pacheco. faz sentido a independência do kosovo? o celibato dos padres não é real. os ingleses odeiam o continente europeu porque vivem em ilhas. há coisas muito parecidas com um telemóvel. no quénia as catanas são bastante afiadas. demências nesta sociedade repleta de crianças obesas. desculpem a linguagem mas é mesmo assim. faltam cinquenta semanas até ao fim do ano.

03 janeiro 2008

back to life, back to reality

estamos de volta. ainda a meio gás ou a gás e meio. estes dias são para calibrar a maquinaria, olear algumas peças e verificar alguns níveis. depois, passaremos então à nossa viagem criativa. segunda feira começamos a corrida.

07 dezembro 2007

unplugged

é estranha esta sensação que sinto à sexta-feira, mais ou menos por volta das cinco da tarde parece que se desliga a ficha... do mundo.

03 dezembro 2007

conversa de café

não se pode apontar para uma estrela porque nasce uma verruga...
quando o sábio aponta para a lua o imbecil olha para o dedo...

conversa derivada de uma superstição de uma tesoura aberta, como é costume. há um nexo aparente só que a gente não se apercebe.

17 outubro 2007

os nossos livros



grandes, pequenos, médios, minis, às riscas, verdes, azuis, vermelhos, com linóleo, de ganga, sem linóleo, de feltro, de estopa, de serapilheira, às flores, aos quadrados, às bolinhas...

20 setembro 2007

mudança

acto ou efeito de mudar
alteração
transformação
modificação
deslocação
variação
x
num veículo com motor, são os dispositivos mecânicos que transmitem força motriz e movimento e geralmente têm a forma de rodas dentadas que encaixam entre si.

23 maio 2007

o sol deixou de ser esboço



É um sol. Mas pode ser um morango, uma melancia, um peixe, um aquário, uma pessoa ou outra coisa qualquer. O desafio que lançamos é que nos digam o que vos parece. Ah, e as hipóteses atrás não contam.

14 maio 2007

o sol olha para a festa que aí vem



A Festa de Verão está a caminhar para nós. Nós estamos a pensar nela e todos os dias aparecem elementos novos de ligação entre nós e a Festa, entre a Festa e nós. Esses elementos + Festa + Nós = Festa de Verão. Mais promenores (ou será pormenores?) nos próximos capítulos.

07 maio 2007

voltámos

Porque queríamos que o filme fosse visto e tivesse maior importância deixámos de actualizar este espaço durante um período de tempo. Esquecemo-nos de avisar que para ver o filme era necessário o flash 9 (um programa trivial) e por isso em certos computadores não foi possível. Já cá estamos novamente. As ideias fluem e não tarda estaremos a empurrar os textos antigos para baixo.

04 abril 2007

"da idade da pedra à conquista da lua" ou "o que é que o CT vai dizer?"

Um pastor de gado caprino da serra da estrela apresentou-se ao anúncio de um jornal local com o título "Precisa-se Guarda Livros". Este pastor era muito rústico e analfabeto e apresentou-se com um cajado na mão ao senhor que colocou o anúncio, que lhe perguntou: "Então o senhor... qual é o seu diploma?" O pastor respondeu: "Eu sou o maior caceteiro na minha terra e o meu diploma é este pau. Então o senhor acha que eu guardo cabras que são bravas e não vou guardar livros que estão aí parados?" [AP]

03 abril 2007

apenas livro

Livro fechado não faz letrado.
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Livros e amigos, poucos e bons.
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Livros, limas e mulheres não (nunca) se emprestam.
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[PROVÉRBIOS POPULARES]
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Um livro é como um espelho: se um idiota olhar para ele
não se pode esperar a reflexão de um santo.
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[GEORG LICHTENBERG]

02 abril 2007

deus me livre

Estes Antónios escrevem, antes do mais, para si próprios. Mas estão abertos à leitura do outro, qualquer outro. Escrevem o que lhes vem à cabeça, uma vez filtrado pela razão. O outro, a existir, saberá decifrar esta escrita, à primeira vista caótica, mas subtilmente ordenada? Os Antónios em questão esperam que sim. E agradecem a atenção.
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(Prefácio do livro "Deus me Livre", editado em 2003, escrito por António Ferreira e António Pereira) (10,00 euros)

28 março 2007

primavera de papel

A primavera trouxe consigo flores de papel. Papoilas de jornal, cola e tinta. Depois de rasgadas, amassadas, coladas, recoladas, pintadas uma, pintadas duas vezes, floriram...